sexta-feira, outubro 30

How I Met Your Mother


Tantas memórias...
Principalmente aquela música do genérico.
Memórias de épocas más, mas gosto, não sei porquê...

É a prova :)


How I Met Your Mother

quinta-feira, outubro 29

Trabalho de Farmacologia




Sedação e analgesia em doentes que requerem suporte ventilatório.



segunda-feira, outubro 26

That's it...

domingo, outubro 25

Mulholland Dr.


A must watch...



sábado, outubro 24

Mitchell

© sam



Oh you are in my blood like holy wine
Oh and you taste so bitter but you taste so sweet
Oh I could drink a case of you,
I could drink a case of you darling
And I would still be on my feet,
Oh I'd still be on my feet...


Coisas

Graças à montanha de livros que tenho no meu quarto, o caderno caiu em cima do portátil e fiquei sem a tecla do 4. Que engraçado.

The Pensieve V

© sam



All we ever wanted was everything
All we ever got was cold...




Censura


Eu acho que a censura existiu sempre e provavelmente vai existir sempre. Porque a censura para o ser não necessita de ter claramente uma porta aberta com um letreiro, onde se diga que ali há pessoas que lêem livros ou vão ver espectáculos. Não! A censura existe de todas as maneiras, porque todas as pessoas, nos diferentes níveis de intervenção em que se encontram, por boas ou más razões, seleccionam, escolhem, apagam, fazem sobressair. E isso são actos de ocultação ou de evidenciação que, no fundo, em alguns casos, são actos formais de censura.

-Quanto à censura oficial dos tempos de ditadura-
Aquilo que a censura demonstrou e demonstra, em qualquer caso, é que felizmente os escritores, dependendo das situações em que se encontram, são muito mais ricos de meios, de processos de fazer chegar aquilo que querem dizer aos outros, do que se imagina. Evidentemente, numa situação de cen
sura, o escritor é obrigado a usar a escrita para comunicar isto ou aquilo ou aqueloutro, de uma maneira disfraçada, subterrânea, oculta; mas o que é importante não é que a censura o esteja a obrigar a fazer isso. O que é importante é que ele seja capaz de o fazer. E isso não vai em abono da censura como agente capaz de estimular a criatividade de um escritor, vai, sim, no sentido de reconhecer no escritor capacidades de expressão que ele usará ou não consoante a situação concreta em que se encontre. Agora, se me pergunta: a escrita sai melhor de uma maneira ou sai de outra, eu diria que provavelmente alguns dos livros que escrevi numa situação de liberdade de expressão, provavelmente num regime de censura eu não pensaria em escrevê-los.


José Saramago, "Diálogos com José Saramago"


Halloween



Almost there...

Andar por aí com dentes de vampiro :)



Imagem do lindo http://graphicsfairy.blogspot.com/

Hmm.

  • Preparar uma história clínica para terça-feira;
  • estudar Farmacologia;
  • estudar Patologia;
  • estudar Microbiologia para o mini-teste de quarta-feira;
  • tentar aprender de novo tudo o que estudei nos últimos dois anos e não me lembro minimamente...
:\






sexta-feira, outubro 23

Schopenhauer


Se todo o indivíduo pudesse escolher entre o seu próprio aniquilamento e o do resto do mundo, não preciso dizer para que lado, na maioria dos casos, penderia a balança. Conforme essa escolha, cada um faz de si o centro do universo, refere tudo a si mesmo e considera primeiramente tudo o que acontece - por exemplo, as maiores mudanças no destino dos povos - do ponto de vista do seu interesse. Ainda que este seja muito pequeno e remoto, é nele que pensa acima de tudo. Não existe contraste maior do que aquele entre a alta e exclusiva divisão, que cada um faz dentro do seu próprio eu, e a indiferença com a qual, em geral, todos os outros consideram aquele eu, bem como o primeiro faz com o deles.

Chega a ter o seu lado cómico ver os inúmeros indivíduos que, pelo menos no aspecto prático, consideram-se exclusivamente reais e aos outros, de certo modo, como meros fantasmas.
[...] O único universo que todos realmente conhecem e do qual têm consciência é aquele que carregam consigo como sua representação e que, portanto, constitui o seu centro. É justamente por isso que cada um é em si mesmo tudo em tudo.


Arthur Schopenhauer, 'A Arte de Insultar'


segunda-feira, outubro 19

Boxxy

"At the end of the day, it’s just the internet. It is taken far too seriously. A girl made some videos for her friends on Gaiaonline, which became popular through no fault of her own. She then did what most people would do, and responded to this intense interest with another innocent and harmless video. What could go wrong?











Now she has her name, age, dozens of photos, school, internet accounts, alleged phone numbers, and alleged location available online, along with the details of several uninvolved friends.
Nobody could have predicted she would create so much chaos, not least Boxxy herself. She had no idea what she was getting herself into by posting a response video."






this is interesting... =)
link.
coisas que se fazem quando se está doente..

Yay.

Estou mal.
Estou com a pior asma/faringite/tosse de sempre.
O meu facebook não funciona.
Vou ter que faltar a uma aula em que a professora dá bónus por irmos às aulas (wtv...)

QUE RAIVA.

sexta-feira, outubro 16

A Minha Felicidade


Depois de estar cansado de procurar

Aprendi a encontrar.
Depois de um vento me ter feito frente
Navego com todos os ventos.


Friedrich Nietzsche,
"A Gaia Ciência"





sexta-feira, outubro 9

Olhares

Abri uma conta... : aqui.

domingo, outubro 4

Barcelona




Por qué tanto perderse
Tanto buscarse
Sin encontrarse
Me encierran los muros
De todas partes

Barcelona
Te estás equivocando
No puedes seguir inventando
Que el mundo sea otra cosa
Y volar como mariposa

Barcelona
Hace un calor que me deja
Fría por dentro
Con este vicio
De vivir mintiendo

Qué bonito sería tu mar
Si supiera yo nadar

Barcelona
Mi mente tan llena
De cara de gente extranjera,
Conocida, desconocida
He vuelto a ser transparente
No existo más

Barcelona
Siendo esposa de tus ruidos
Tu laberinto extrovertido
No he encontrado la razón
Porque me duele el corazón
Porque es tan fuerte
Que solo podré vivirte
En la distancia
Y escribirte
Una canción
...

Te quiero Barcelona...



Giulia Y Los Tellarini

sexta-feira, outubro 2

Schopenhauer

"Uma das maiores e mais frequentes asneiras consiste em fazer grandes planos para a vida, qualquer que seja a sua natureza. Para começar, esses planos pressupõem uma vida humana inteira e completa, que, no entanto, somente pouquíssimos conseguem alcançar. Além disso, mesmo que estes consigam viver muito, esse período de vida ainda é demasiado curto para tais planos, uma vez que a sua realização exige sempre muito mais tempo do que se imaginava; esses projectos, ademais, como todas as coisas humanas, estão de tal modo sujeitos a fracassos e obstáculos, que raramente chegam a bom termo. E, mesmo se no final tudo é alcançado, não se leva em conta o facto de que no decorrer dos anos o próprio ser humano se modifica e não conserva as mesmas capacidades nem para agir, nem para usufruir: aquilo que se propôs fazer durante a vida toda, na velhice parece-lhe insuportável - já não tem condições de ocupar a posição conquistada com tanta dificuldade, e portanto as coisas chegaram-lhe tarde demais; ou o inverso, quando ele quis fazer algo de especial e realizá-lo, é ele que chega tarde demais com respeito às coisas. O gosto da época mudou, a nova geração não se interessa pelas suas conquistas, outros se anteciparam, etc.
O motivo deste erro frequente reside na ilusão natural, em virtude da qual a vida, vista desde o seu início, parece sem fim, ou então extremamente breve, quando considerada retrospectivamente a partir do final do seu decurso (efeito do binóculo de teatro). Essa ilusão tem, sem dúvida, o seu lado positivo: sem a sua existência, dificilmente se conseguiria realizar algo de grande."

Arthur Schopenhauer, 'A Arte de Ser Feliz'